
Muito se fala em networking, mas poucas pessoas constroem relações que realmente geram valor ao longo do tempo. Para André Bianchi, presidente do LIDE Panamá, o principal indicador de que o networking está funcionando não é a quantidade de contatos acumulados, mas a qualidade das conexões construídas.
Sinal de networking bem feito
“Você percebe que o networking foi bem construído quando uma oportunidade acontece e você é lembrado. Caso contrário, trocar cartão de visita vira só mais um contato no WhatsApp ou no LinkedIn”, afirma.
Rede de contatos impacta na receita
Na visão do executivo, networking é um exercício contínuo de relacionamento, presença e geração de valor. “É da construção do relacionamento que, muitas vezes, nasce a geração de receita ou algum tipo de negócio”, explica.
Expansão para novos mercados
Essa lógica, segundo ele, precisa ir além das fronteiras nacionais. Embora o Brasil seja um país continental, André avalia que limitar o crescimento ao mercado interno já não é suficiente. “Olhar para fora deixou de ser uma oportunidade e passou a ser uma necessidade estratégica”, diz.
Atravessar fronteiras pode ser primeiro passo para diversificação
Com mais de uma década de atuação internacional, ele defende que a expansão global funciona como uma forma de diversificação de risco e como um plano B para empresas brasileiras. “O Brasil passa por desafios políticos, econômicos e fiscais constantes. Ter receita fora ajuda a equilibrar o jogo.”
Panamá é um ponto de acesso para novos consumidores
Nesse contexto, o Panamá surge como um hub estratégico. “Não é um mercado final, mas um ponto de acesso a mais de 400 milhões de consumidores na América Latina, além da conexão com Estados Unidos e Ásia”, explica.



